quinta-feira, 8 de março de 2012

renathenha uhull >:D

 Leila Diniz uma mulher que jamais queimaria um sutiã em bom estado e que tem prazeres por feministas só porque seu comportamento é livres sem amarras representou uma revolução no caminho da emancipação da mulher brasileira, foi Leila Diniz que disse numa seria entrevista o Pasquim “cafune quero ate de macaco” dizendo isso Leila Diniz quebrava o silencio ancestral acerca do afeto da mulher para não falar do desejo Leila estava muito alem de onde estamos hoje.
Hoje a gente fala sem nem um pudor sobre sexo e ficamos calados, mudos de vergonha pra falar de amor não é preciso saber de sexo, sexo nos sabe o amor quem sabe? O amor anda desmoralizado e sua expressão mais visível e desesperada a fome de amor essa invenção romântica que pegou carona na popularidade do imperativo biológico, depois de amanha é o dia internacional da mulher, o marco de tudo que aconteceu nos últimos 100 anos transformando a posição feminina, remondando corpo, cara, gesto da mulher uma maneira irreconhecível. Primeiro o feminismo quis a mulher igual ao homem pois não são iguais homens e mulheres buscam o feminismo agora a aceitação da diferença da mulher e também a aceitação da sua igual capacidade em frente ao homem, toda a transformação da vida oficial da mulher esse jeito do próprio bom funcionamento e aperfeiçoamento do sistema produtivo a ruptura com milênios de pisoteia homens e mulheres milênios de atrigarmos o todo poder aos homens tudo ainda é recente de mais nem se quer os sintomas foram revelados vencidos, a mulher ainda é a mulher, e nos sabemos não é boneca o maxismo ainda lhe seja, floresce entre as mulheres vem você merece passar o dia internacional da mulher em liberdade fora dai princesa, vem Renathenha 

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